Uma reflexão sobre escolhas profissionais

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O fator que mais me motivou, influenciou e me fez tomar a decisão de criar um blog foi, sem sombra de dúvidas, a minha paixão por escrever. E sim, excluindo a moda, a beleza, entre outros. Desde muito pequena eu coleciono cadernos onde escrevo meus pensamentos, histórias e tantas outras coisas. O blog foi, se posso dizer assim, um avanço dessas escritas. Hoje em dia eu abandonei um pouco os cadernos, confesso, mas me dedico diariamente a escrever para meus leitores nessa plataforma eletrônica. O jeito, a escrita, as palavras e os assuntos mudaram, mas a verdadeira paixão continua viva como sempre.

Nunca tive dúvidas. Jamais pensei em cursar algo na faculdade que não envolvesse quase que diretamente a escrita. Sonho em viver escrevendo. E, não sei se é porque meu pai foi jornalista, mas junto com o sonho de escrever, este veio de brinde: ser uma também. Não como a Fátima Bernardes, ou como a Patrícia Poeta. Jornalista dessas que tem a sua revista, uma editora! Essa sempre foi a minha maior vontade e digo isso, sim, sem pensar duas vezes.

Acontece que, ao longo dos anos, muitas pessoas me influenciaram a não seguir este caminho, a deixar de lado o que eu mais desejava porque talvez isso não me trouxesse bons frutos no futuro. E eu sempre me perguntei “O que pode ser fruto melhor do que a sua própria felicidade?”, isto, com certeza, dinheiro nenhum compra. De repente, me vi submergida num sonho que não era meu, numa vontade que não me pertencia. O jornalismo? Deixei de lado.

Comecei a planejar um futuro diferente do qual me pertencia de verdade. No fundo, no fundo, eu sempre soube o que eu queria realmente, mas tive medo. E quase fracassei. Pensei, talvez, mais nos sonhos frustrados de outras pessoas do que nos meus que estavam prestes a serem realizados.

Entretanto, aprendi que na vida os seus sonhos jamais serão como os de outras pessoas, mesmo que sejam os mesmos. Não é porque fulano não se deu bem na profissão que almejava que isso irá acontecer com você. Precisamos aprender a desejar o que nós queremos, e não o que o mundo quer para nós.


Todo mundo sente medo quando precisa decidir o que quer para o resto de sua vida. Eu sinto, mesmo que tenha sabido desde sempre. Mas, sabe de uma coisa? A verdade é que todo mundo precisa arriscar. Todos nós, algum dia, precisaremos arriscar. Portanto, o melhor é que seja logo, afinal, todos nós também temos todo o direito de errar, de tropeçar e de cair, sim. O importante é que saibamos levantar e correr atrás dos nossos verdadeiros sonhos, sem deixa-los para trás. 

Beijinhos. Dó :)

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